sexta-feira, 31 de julho de 2009
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Acordo ortográfico
Actualização do dicionário da Língua Portuguesa
Atenção, muita atenção:Dada a importância, (agradecemos os incentivos de alguns elementos do Brasil e PALOP, do professor Carlos Reis e da escritora Lídia Jorge...), aqui ficam algumas actualizações, perdão, digo atualizações, ao dicionário de lingua Portuguesa:
Atenção, muita atenção:Dada a importância, (agradecemos os incentivos de alguns elementos do Brasil e PALOP, do professor Carlos Reis e da escritora Lídia Jorge...), aqui ficam algumas actualizações, perdão, digo atualizações, ao dicionário de lingua Portuguesa:
Testículo: Texto pequeno
Abismado: Sujeito que caiu de um abismo
Pressupor: Colocar preço em alguma coisa
Biscoito: Fazer sexo duas vezes
Coitado: Pessoa vítima de coito
Padrão: Padre muito alto
Estouro: Boi que sofreu operação de mudança de sexo
Democracia: Sistema de governo do inferno
Barracão: Proíbe a entrada de caninos
Homossexual: Sabão em pó para lavar as partes íntimas
Ministério: Aparelho de som de dimensões muito reduzidas
Detergente: Acto de prender seres humanos
Eficiência: Estudo das propriedades da letra F
Conversão: Conversa prolongada
Halogéneo: Forma de cumprimentar pessoas muito inteligentes
Expedidor: Mendigo que mudou de classe social
Luz solar: Sapato que emite luz por baixo
Cleptomaníaco: Mania por Eric Clapton
Tripulante: Especialista em salto triplo
Contribuir: Ir para algum lugar com vários índios
*****
Gentilmente enviado por Cecilia Jacira Moura
terça-feira, 28 de julho de 2009
A vida é um arco-iris

A vida é um arco-iris
Feita de todas as cores
Umas alegres, outras tristes
Pintadas em tom de esperança
Outras de desventura
Mas há que olhar o futuro
Esperando sempre a bonança
Saber escalar a montanha
Mesmo dificil de subir
Porque no final o que perdura
É chegar á meta e conseguir
Superar ... e estar á altura.
*****
José C. Ramalho
Direitos de Autor Reservados / SPA
Porquê ser humano?

Tu ser humano
Forma de vida inteligente
Parido do planeta Terra
Nas suas entranhas germinado
Por qual deus fecundado
Quem és tu?
Quem és tu, soberbo, vaidoso
Nos confins desta galáxia?
Quem és tu ser humano
Miserável, arrogante,
Isolado neste planeta,
Condicionado pela morte
Que nada és afinal
Na imensidão do espaço?
Porquê te julgas superior
Pobre animal racional
Que tens mente para pensar
Inteligência para raciocinar
Mas não a sabes aproveitar?
Porquê ser humano
Tanta presunção, tanto ódio, tanta ambição,
Se no Universo
Não passas de um simples grão
De matéria poeirenta?
Porquê ser humano?
Porquê?... Porquê?...
Forma de vida inteligente
Parido do planeta Terra
Nas suas entranhas germinado
Por qual deus fecundado
Quem és tu?
Quem és tu, soberbo, vaidoso
Nos confins desta galáxia?
Quem és tu ser humano
Miserável, arrogante,
Isolado neste planeta,
Condicionado pela morte
Que nada és afinal
Na imensidão do espaço?
Porquê te julgas superior
Pobre animal racional
Que tens mente para pensar
Inteligência para raciocinar
Mas não a sabes aproveitar?
Porquê ser humano
Tanta presunção, tanto ódio, tanta ambição,
Se no Universo
Não passas de um simples grão
De matéria poeirenta?
Porquê ser humano?
Porquê?... Porquê?...
*****
Direitos de Autor Reservados / SPA
in "Metamorfoses da Minha Vida"
José C. Ramalho
O que restou desse amor?

Aguns anos já passaram
Que em sublimes versos
Meus poemas te cantaram
Poemas de amor ardente
Nesse Maio te dediquei
Alguns anos já passaram
Mas p’ra sempre te recordarei
Momentos inolvidáveis
Que eu jamais quero esquecer
Eu e tu, uma grande amor
P’ra recordar até morrer
Seguimos rumos diferentes
Cada qual a sua vida
O que restou desse amor?
Uma esperança perdida
Mas nesta manhã de Primavera
Entro no café despreocupado
Olho alguém lá ao fundo
Meu coração fica parado
E ao contemplar-te podes crer
Sinto o coração palpitar
A respiração fica suspensa
Fica preso o nosso olhar
Avançáste cuidadosamente
Olá, o que tens feito?
Ter-te ali na minha frente
Fico loucamente satisfeito
Falámos do tempo que passou
Das aulas de Filosofia
Onde em tempos atrás
O nosso amor então nascia
Da nossa vida presente
Pouco ou nada falámos
Teus olhos fixados nos meus
Um grande amor recordámos
É apenas uma recordação
Esse tempo já passado
Mas que em meu e teu coração
Ficará p’ra sempre marcado
Chegou a hora da despedida
Tchau, até mais ver...
Senti o meu corpo vibrar
Uma tristeza de enlouquecer
Fui à porta do café
Ver-te caminhar pela rua
E pensava para comigo:
Ela agora já não é tua
E recordo aquela frase
Que fala sobre o passado
Que um dia li num livro
Que me deixou maravilhado
“Está condenado a revivê-lo”
Dizia esse livro encantado
Aqueles que pretendem esquecer
Aquilo a que chamamos passado.
*****
Direitos de Autor Reservados / SPA
in "Metamorfoses da Minha Vida"
José C. Ramalho
segunda-feira, 27 de julho de 2009
sábado, 25 de julho de 2009
sexta-feira, 24 de julho de 2009
Bocage no seu melhor estilo

Chegando lá, constatou que um ladrão tentava levar os seus patos de criação.
Aproximou-se vagarosamente do indivíduo e, surpreendendo-o ao tentar pular o muro com os seus amados patos,e disse-lhe: -
Oh, bucéfalo anácrono! Não te interpelo pelo valor intrínseco dos bípedes palmípedes, mas sim pelo acto vil e sorrateiro de profanares o recôndito da minha habitação, levando meus ovíparos à sorrelfa e à socapa. Se fazes isso por necessidade, transijo...
Mas se é para zombares da minha elevada prosopopeia de cidadão digno e honrado, dar-te-ei com a minha bengala fosfórica bem no alto da tua sinagoga, e o farei com tal ímpeto que te reduzirei à quinquagésimapotência que o vulgo denomina nada.
E o ladrão, confuso, diz:
Doutor, afinal levo ou deixo os patos?
(publicada na net)
Policia de costumes - Estado Novo

quarta-feira, 22 de julho de 2009
terça-feira, 21 de julho de 2009
José Casimiro Tavares - Poeta Popular
Recordar aqui José Casimiro Tavares, poeta popular, barbeiro e músico... homenageado a título póstumo pela C. M. Moita, um homem que lutou pelos seus ideais democráticos no tempo da ditadura. Foi um homem íntegro numa época em que por vezes existiam dualidades de filiação partidária, onde membros do PCP também foram acusados de ser informadores da famigerada Pide.
*****
Medalha de Honra do Município
José Casimiro Tavares
Dimensão humanista, defensor da Democracia e da Liberdade
José Casimiro Tavares
Dimensão humanista, defensor da Democracia e da Liberdade
José Casimiro Tavares nasceu a 25 de Março de 1918, na Moita. Órfão de mãe aos 4 anos de idade, foi criado com os avós, pobres, estudando até à 4ª classe, sendo aprovado com distinção.
Começou a trabalhar numa barbearia na Moita, onde estudou português, inglês, francês e russo. Era autodidacta e estudava por livros emprestados.
Passou por muitas privações; ele próprio deixou testemunho disso nos seus versos. Foi um lutador pela Liberdade e insurgiu-se contra as injustiças da ditadura, nunca se deixando vergar nem quando foi preso pela PIDE.
Na sua barbearia, ensinou a ler e a escrever dezenas de concidadãos, resgatando-os do analfabetismo. Ensinou guitarra e viola a muitos outros, compôs inúmeros poemas que, ele próprio, por vezes, musicava de ouvido, já que não sabia música, oferecendo-os a muitos cançonetistas e fadistas que, ainda hoje, orgulhosamente, os cantam.
Após o 25 de Abril, e nas primeiras eleições autárquicas, foi eleito Presidente da Junta de Freguesia da Moita, cargo que exerceu durante três anos, com a dignidade e modéstia próprias de um homem humilde, como sempre fora. Faleceu a 1 de Novembro de 1990.
A Câmara Municipal da Moita atribui a Medalha de Honra do Município, a título póstumo, a José Casimiro Tavares, pela sua dimensão humanista, como poeta e musico popular, autarca e defensor da Democracia e da Liberdade, dimensão que o tornou numa referência para o Município da Moita.
Começou a trabalhar numa barbearia na Moita, onde estudou português, inglês, francês e russo. Era autodidacta e estudava por livros emprestados.
Passou por muitas privações; ele próprio deixou testemunho disso nos seus versos. Foi um lutador pela Liberdade e insurgiu-se contra as injustiças da ditadura, nunca se deixando vergar nem quando foi preso pela PIDE.
Na sua barbearia, ensinou a ler e a escrever dezenas de concidadãos, resgatando-os do analfabetismo. Ensinou guitarra e viola a muitos outros, compôs inúmeros poemas que, ele próprio, por vezes, musicava de ouvido, já que não sabia música, oferecendo-os a muitos cançonetistas e fadistas que, ainda hoje, orgulhosamente, os cantam.
Após o 25 de Abril, e nas primeiras eleições autárquicas, foi eleito Presidente da Junta de Freguesia da Moita, cargo que exerceu durante três anos, com a dignidade e modéstia próprias de um homem humilde, como sempre fora. Faleceu a 1 de Novembro de 1990.
A Câmara Municipal da Moita atribui a Medalha de Honra do Município, a título póstumo, a José Casimiro Tavares, pela sua dimensão humanista, como poeta e musico popular, autarca e defensor da Democracia e da Liberdade, dimensão que o tornou numa referência para o Município da Moita.
Na força do teu olhar

Teus olhos castanhos esverdeados,
Magnificos em toda a sua expressão;
Cativam, encantam, seduzem com razão,
Os poetas estão totalmente concentrados;
Enaltecem tua beleza, os teus predicados,
Quando te cantam, bate-lhes forte o coração;
Fazendo do teu olhar o mote para a canção,
Todos eles, ficam seduzidos, e encantados.
Simbolizas a mulher divina e ardente,
Qual deusa do amor sempre presente,
No imaginário dos poetas e cantores...
Por isso, formosa flor, eu quero cantar,
Essa força infinita que tansmites no olhar,
Em versos que mereçam os teus louvores!
José C. Ramalho
Direitos de Autor Reservados / SPA
Apollo 11 - 20 de Julho 1969
20 Julho de 1969 - a primeira missão tripulada a pousar na Lua
Neil Armstrong, Michael Collins e Edwin Aldrin
segunda-feira, 20 de julho de 2009
O teu encanto na perfeição
O sol ilumina o mundo,
Eu por ti sou iluminado;
És a estrela mais brilhante,
Que minha vista tem alcançado.
Eu que sou um vagabundo,
Que sempre diz mal do fado;
Quando te vejo tão cintilante,
Como eu fico maravilhado.
Irradias tua luz... o teu calor,
Sorriso lindo, eterno, sedutor...
Que faz vibrar o coração!...
Por ti, a rima quero soltar!...
Em versos que possam exaltar,
O teu encanto na perfeição.
Eu por ti sou iluminado;
És a estrela mais brilhante,
Que minha vista tem alcançado.
Eu que sou um vagabundo,
Que sempre diz mal do fado;
Quando te vejo tão cintilante,
Como eu fico maravilhado.
Irradias tua luz... o teu calor,
Sorriso lindo, eterno, sedutor...
Que faz vibrar o coração!...
Por ti, a rima quero soltar!...
Em versos que possam exaltar,
O teu encanto na perfeição.
José C. Ramalho - Direitos de Autor Reservados / SPA
domingo, 19 de julho de 2009
sexta-feira, 17 de julho de 2009
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Sou Poeta Filho do Vento

Sou plantador de canções,
Meus versos quero semear
Para despertar emoções
Em mil e uma canções
Para as musas celebrar
Gosto de escrever poesia
Poemas que falem de amor
Misturados com muita magia
Bem rimados, em sintonia
Para que os saibas de cor
Sou poeta, filho do vento
Da liberdade de expressão
De expressão e pensamento
Que vibra a cada momento
Rimando o verso na perfeição
Versos meus quero espalhar
Aos quatro cantos do mundo
E quando a Primavera voltar
Voltarão de novo a entoar
Num cântico de amor profundo.
José C. Ramalho
Direitos de Autor Reservados / SPA
quarta-feira, 15 de julho de 2009
domingo, 12 de julho de 2009
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Invasões Francesas


quinta-feira, 9 de julho de 2009
Aldeia Galega vs Montijo

Foto e montagem: JC Ramalho
Resenha Histórica do Concelho
A História do concelho do Montijo está intensamente ligada ao rio Tejo já que uma grande área do seu território é por ele delimitada.
As favoráveis condições naturais terão estado na origem da presença humana desde o Paleolítico; assim o comprovam testemunhos arqueológicos encontrados na região.
Na génese do concelho de Aldeia Galega está o concelho mais amplo do Ribatejo, remontando este ao séc. XII. A sua área integrava duas freguesias, Santa Maria de Sabonha e São Lourenço de Alhos Vedros, no séc. XIV elevadas a concelho. Sabonha virá, no séc. XV, a dar origem aos concelhos de Alcochete e de Aldeia Galega do Ribatejo, sendo este o único a conservar o topónimo original.
Os habitantes das localidades de Sarilhos, Lançada, Aldeia Galega, Montijo, Samouco e Alcochete dedicavam-se à pesca, à exploração de salinas e à produção de vinho. O abastecimento de vinho, sal e frutas, quer a Lisboa, quer aos navios fundeados no Tejo, estava na origem do intenso movimento de embarcações, nomeadamente, barcas e batéis A barca de Aldeia Galega destinava-se, especificamente, ao transporte de lenha.
Durante a regência de D. Pedro (1439-1446), sendo Mestre da Ordem de Santiago seu irmão, o infante D. João, foi construída uma estacada, obra de engenharia importante para a época, que impediu o assoreamento do rio, tornando mais fácil a navegação fluvial para Aldeia Galega.
O desenvolvimento da localidade justificou a atribuição de foral em 15 de Setembro de 1514 pelo rei D. Manuel I; desconhecendo-se a razão, o mesmo monarca voltou a atribuir novo foral em 17 de Janeiro de 1515, desta vez um único diploma para duas vilas: Aldeia Galega do Ribatejo e Alcochete.
Em 1533 o Correio-Mor estabeleceu em Aldeia Galega a sede principal da Posta do Sul, serviço que assegurava o transporte de correspondência. Desde então começaram a passar inúmeros viajantes, vindos de Lisboa, com destino ao Sul ou a Espanha.
Em 1574 foram redefinidos os limites dos concelhos de Aldeia Galega e de Alcochete.
Em Dezembro de 1640 o Duque de Bragança, futuro D. João IV, no caminho para Lisboa, onde viria a ser aclamado rei, pernoitou em Aldeia Galega. Outros monarcas também por aqui haveriam de passar: D. João V, D. João VI, ainda príncipe herdeiro, D. Maria II.
No decorrer do séc. XVIII assistiu-se a uma mudança gradual da economia local: a preponderância das actividades ligadas ao rio e à agricultura cedeu lugar às actividades comerciais e industriais, nomeadamente, ao comércio e transformação de gado suíno. Paralelamente fixaram-se inúmeros alentejanos em Aldeia Galega.
A importância da sua situação geográfica, como via de ligação entre Lisboa, o Sul do país e a fronteira, é evidenciada num Decreto emitido durante o reinado de D. Maria II, que definia, no contexto das necessidades de reparação das estradas do país, como prioritária a estrada de Aldeia Galega do Ribatejo ao Caia e de Lisboa ao Porto, pela sua relevância para a economia do país.
Face ao assoreamento do rio e procurando garantir o fácil movimento de pessoas, que agora a Mala Posta também assegurava, viaturas e mercadorias, em 1852 o Governo mandou construir uma ponte – cais de 315 metros de comprimento.
Na segunda metade de Oitocentos, nas férteis terras de Aldeia Galega, cresciam cereais, vinho e frutas, os pinhais abundavam e rio dava peixe, marisco e sal. A sua economia agrícola e industrial, aliada à já referida situação geográfica – ponto de escala de quem pretendia alcançar a capital do reino, vindo do Sul ou da fronteira, ou de quem de Lisboa viajava para aquelas direcções -, faziam de Aldeia Galega do Ribatejo um importante entreposto comercial.
A construção do caminho-de-ferro do Sul e Sueste, ao desviar o fluxo de passageiros e mercadorias, conduziu a uma recessão económica na localidade que foi ultrapassada com o incremento do comércio e transformação de gado suíno. No início do séc. XX e até à década de 50, assistiu-se à expansão desta actividade, assim como da indústria corticeira. Paralelamente a este apogeu económico, a vila de Montijo viu surgirem importantes infraestruturas e equipamentos: a praça de touros, o mercado municipal, o cinema-teatro, a cadeia comarcã, o palácio da justiça, a reformulação do parque municipal Carlos Loureiro.
Em 6 de Julho de 1930, pelo Decreto nº 18434, a vila e o concelho de Aldeia Galega do Ribatejo passaram a denominar-se Montijo. À época era constituído por três freguesias: Montijo, Sarilhos Grandes e Canha. Em 1957 foi criada, pelo Decreto-Lei nº 41320, de 14 de Outubro, a freguesia de Santo Isidro de Pegões.
Em 14 de Agosto de 1985, com a Lei nº 32, a vila de Montijo foi elevada à categoria de cidade. Nesse mesmo ano foram criadas as freguesias de Atalaia, Pegões e Alto Estanqueiro-Jardia. Em 1989 a Lei nº 34, de 24 de Agosto, publica a criação da freguesia de Afonsoeiro.
informação... C.M.Montijo
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Um tirano arvorado em Imperador

Um tirano arvorado em Imperador,
A Europa num palco de guerra transformou;
Bandos de abutres, nefandos, comandou,
Saqueando, roubando, matando sem pudor.
Dos franceses foi chamado Imperador,
Este corso que em Notre Dame se coroou;
O cheiro da morte à sua volta espalhou,
Execrável criatura, miserável no horror.
Como todos os ditadores, ao chegar a hora,
Foi despojado dos louros que outrora,
Ostentou com vil e desmedida ambição.
Pelos exércitos Aliados ... preso e exilado,
P´rá ilha de Santa Helena foi desterrado,
Aí se finando, o insanável Napoleão.
José C. Ramalho
/ Direitos de Autor Reservados / SPA
Beja - A velha Pax - Júlia
Foto e montagem JC Ramalho
Beja foi uma cidade importantissima durante o periodo romano e foi nela que Júlio César celebrou com o Lusitanos um tratado de paz, ostentando por isso o nome de Pax - Júlia. Com a queda do império romano outros povos a conquistaram, tais como os Suevos , Godos e Árabes.
Em 1162 foi conquistada por um grupo de cavaleiros capitaneados por Fernando Gonçalves já no reinado de D.Afonso Henriques, sofrendo nova investida dos mouros em 1179 mas repelidos com êxito por D. Sancho I.
D. Afonso III repovoou a cidade e mandou edificar as fortificações que teriam seguimento nos reinados seguintes. A famosa Torre de Menagem que orgulhosamente ostenta o seu castelo, foi mandada edificar por D. Dinis. Dela se pode admirar toda a beleza da planicie alentejana numa imensa vastidão a perder de vista. A figura lendária de Gonçalo Mendes da Maia, O Lidador está associada à cidade como simbolo da luta da reconquista e defesa da soberania portuguesa.
sábado, 4 de julho de 2009
Ruy de Carvalho e Eunice Muñoz
sexta-feira, 3 de julho de 2009
Eleições no S. L. Benfica

Manuel Alegre comentou, à saída do Estádio da Luz, a decisão do Tribunal Cível de Lisboa que declarou esta sexta-feira não existir qualquer decisão sobre o objecto da providência cautelar interposta por Bruno Carvalho, permitindo a realização de eleições no Benfica com duas listas. Além disso, manifestou-se crente que o Benfica encontrará as vitórias desportivas que lhe têm fugido.
"Só veio confirmar a legalidade de todo este processo. Caso contrário não estaria aqui. Não havia qualquer dúvida sobre a legalidade das eleições", disse o político e escritor.
Relativamente ao apoio a Vieira referiu: "O Benfica já recuperou a sua estabilidade e a credibilidade. Agora faltam as vitórias desportivas e sobretudo as do futebol. Não podemos viver apenas do passado”.

Manuel Pinho quis tourada

Numa discussão acalorada,
Sobre as minas de Aljustrel;
Manuel Pinho quis tourada,
Como se estivesse num redondel.
Mas estava no Parlamento,
Este ministro da Economia;
Triste figura de jumento,
E logo Sócrates o demitia.
Bernardino que é deputado
Na bancada comunista;
Como cornudo foi visado,
De uma forma bem simplista.
O gesto é tudo, concerteza,
Mas chamar ao outro chifrudo;
Bem á moda portuguesa,
Viu Braga por um canudo.
É este o estado da nação,
No Parlamento peixeirada;
Um ministro chama cabrão?...
- Mas que grande caldeirada!...
Estamos quase em eleições,
Óh Zé, em quem vais votar?
Olha bem para estes foliões,
Manda-os mas é trabalhar!
José C. Ramalho
03.07.2009
Sobre as minas de Aljustrel;
Manuel Pinho quis tourada,
Como se estivesse num redondel.
Mas estava no Parlamento,
Este ministro da Economia;
Triste figura de jumento,
E logo Sócrates o demitia.
Bernardino que é deputado
Na bancada comunista;
Como cornudo foi visado,
De uma forma bem simplista.
O gesto é tudo, concerteza,
Mas chamar ao outro chifrudo;
Bem á moda portuguesa,
Viu Braga por um canudo.
É este o estado da nação,
No Parlamento peixeirada;
Um ministro chama cabrão?...
- Mas que grande caldeirada!...
Estamos quase em eleições,
Óh Zé, em quem vais votar?
Olha bem para estes foliões,
Manda-os mas é trabalhar!
José C. Ramalho
03.07.2009
/ Direitos de Autor Reservados/ SPA
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